
quer: Beldroega?!: "De abraçar, de dar beijinhos, de colecção .... os bonecos Matilde Beldroega, chegaram à nossa loja de braços abertos."




Autor e ilustrador: ERIC CARLE










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A princesa que bocejava a toda a hora |
Carmen Gil & Elena Odriozola |
A princesa não fazia mais que bocejar e, como os bocejos são tão contagiosos, todo o palácio andava com a boca aberta: o rei, a rainha, os ministros..., até o gato e o cão do jardineiro bocejavam. O rei tentava satisfazer a sua filha com tudo o que tinha ao seu alcance, mas as tentativas eram inúteis. Um dia, enquanto passeava pelos jardins, o filho de um criado do palácio aproximou-se da princesa e... Um relato divertido, simples e eficaz que, em tom poético, tira grande partido da linguagem e sublinha o valor da amizade com uma mensagem clara e directa dirigida aos leitores: “…nem as bolas de gelado de Itália, nem os colchões de penas, nem as elefantas amarelas alegram tanto o coração das princesas como um bom amigo”. As ilustrações de Elena Odriozola apresentam um traço delicado e intimista, com muita personalidade; subtil tanto a nível técnico como conceptual. 2.º Prémio Melhores Ilustrações 2006 Livro Infantil e Juvenil Ministério da Cultura, Espanha Texto de Carmen Gil |









| Simão Mentiras |
Roberto Aliaga & Simona Mulazzani 12,50€ | 978-84-9871-194-3 36 págs. | cartonado | 25x23 cm | março 2010 |
E, se o diz Simão, será verdade... ou não? Simão Mentiras submerge na difusa linha entre o real e o imaginário dos mais pequenos, capazes de dar vida às personagens que habitam na sua imaginação, ao ponto de nos fazer duvidar acerca daquilo que é verdade e daquilo que é mentira. Entre os processos que regem a criatividade na infância, a fantasia ocupa um lugar dominante. A percepção da realidade e a interacção com o mundo através da fantasia está sempre presente nas diversas formas de comunicação dos mais novos. O protagonista desta história percebe e expressa a realidade como um jogo fantástico ao serviço de uma finalidade concreta: fala de lobos, raposas e gatos que estão na sua imaginação. Mas a fantasia tem um carácter efémero e não chega à materialidade da percepção; por isso Simão, tal como os leitores, terá que discernir entre fantasia e realidade no momento oportuno, precisamente no momento de terminar o conto. Roberto Aliaga surpreende com uma história de linguagem simples mas cuidada, vocabulário acessível, frases curtas e emocionais ao alcance dos pequenos leitores que se identificarão com Simão, com os seus medos, com as suas brincadeiras e com a sua fantasia. O trabalho plástico de Simona Mulazzani representa um bom exemplo da linha artística que esta ilustradora italiana mantém na actualidade, enquadrada numa proposta dominada pela combinação de diversas técnicas (acrílico, lápis…), para apresentar uma variada iconografia disposta entre linhas simples e esquemáticas e planos médios num discurso plástico-narrativo muito pessoal. As imagens ocupam um espaço dominante relativamente ao texto literário, o que facilita uma leitura sobretudo plástica dos elementos que constituem o mundo imaginário em que vive a personagem principal, sob a forma de visões que aparecem sucessivamente ao longo da obra para que o leitor esteja alerta e a imaginação não se sobreponha à realidade. Texto de Roberto Aliaga |
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